terça-feira, 17 de maio de 2016

O que fazer para ajudar a criança que sofre bullying no ambiente escolar?
Os pais e professores precisam demonstrar apoio e acolher a criança que sofre bullying na escola. É importante que os adultos reafirmem a vítima de bullying, valorizando suas qualidades e demonstrando que ela não é culpada pelas agressões que sofre.
Conversar com a criança vai permitir que ela expresse seus sentimentos em relação às agressões e ameaças que sofre. Evite fazer críticas e não minimize o problema. A criança precisa ser ouvida.
Os pais devem relatar o bullying com crianças a um responsável na escola para tomar providências contra os agressores.

Nos casos mais graves, quando há perseguição na internet, é necessário reunir provas do conteúdo abusivo. Imprima páginas e mensagens ofensivas à criança para fazer um boletim de ocorrência. Entre em contato com o provedor para retirar do ar essas publicações.


Nas escolas deveriam ter constantemente palestras sobre esse assunto que tem acabado com sonhos, auto estima e vida de tantos adolescentes.
Temos que conscientizar a todos sobre os transtornos psicológicos que causam na pessoa que sofre o bullying.
 E temos que ter professores mas atentos a tudo e a todos.

As vezes o que achamos ser uma brincadeira de adolescente , na verdade está acabando com a vida de alguém.
Bullying na escola diga não!

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Senado aprova Dia Nacional do Combate ao Bullying nas escolas


O Senado aprovou, em votação simbólica, nesta quinta-feira (7) um projeto de lei que estabelece o dia 7 de abril como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas. A escolha da data para a celebração foi feita em memória às vítimas de uma chacina em uma escola no Rio de Janeiro.
A proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados e segue agora para a sanção da presidente Dilma Rousseff.
Em 7 de abril de 2011, um ex-aluno da Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro Realengo, no Rio de Janeiro, foi até a instituição e assassinou 12 estudantes que assistiam a aulas no local. Depois de matar os adolescentes, o assassino – que teria sido vítima de bullying quando aluno da escola – suicidou-se.
Para o autor do projeto, ex-deputado federal Artur Bruno (PT-CE), o estabelecimento da data é necessário para “ampliar, no âmbito da sociedade brasileira, a discussão sobre as bases do processo educacional e compreender os fatores causadores do bullying”.
“Eu acho que esse projeto, pelo seu significado e pela data de hoje, seria uma homenagem a esses jovens que se foram e, principalmente, a suas famílias e a seus amigos, que ficaram”, expôs a relatora da proposta no Senado, Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), que concedeu parecer favorável à proposta.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/04/senado-aprova-dia-nacional-do-combate-ao-bullying-nas-escolas.html

Mãe fala sobre seu filho que cometeu suicido por sofrer Bullying

Aqui podemos ver como o Bullying pode acabar com uma família. Quando o Bullying se torna extremo ele acaba afetando mais pessoas do que se pode imaginar.



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=pqUk0aR81-Q

Projeto escolar da Amnistia Internacional vai criar manual anti-bullying


O projeto 'Stop Bullying', desenvolvido pela Amnistia Internacional nos últimos dois anos, em seis escolas portuguesas, promove, esta semana, várias ações de sensibilização.



O projeto Stop Bullying, desenvolvido pela Amnistia Internacional nos últimos dois anos, em seis escolas portuguesas, promove, esta semana, várias ações de sensibilização e pretende apresentar, até setembro, um manual contra este tipo de agressão.
“O projeto pretende tornar cada ambiente escolar num ambiente mais participativo e seguro, refletindo sobre a temática do bullying, de discriminação. O nosso objetivo é reduzir a incidência de ‘bullying’ em cada uma das escolas, em cerca de 33%. As ações da próxima semana são um pouco o culminar destes dois anos de projeto”, explicou à Lusa Nelson Lima, coordenador do Stop Bullying, que se integra noutro projeto da Amnistia Internacional (AI) – Escolas Amigas dos Direitos Humanos.
A partir de segunda-feira, nas seis escolas envolvidas vai haver “uma mobilização de larga escala”, com mais de 800 alunos a participar em ações como pinturas murais alusivas aos direitos humanos, e divulgação de cartazes de grande formato relativos ao tema, espalhados por vários pontos das escolas, com o objetivo de sensibilizar e juntar à iniciativa alunos que não tenham tido qualquer participação ao longo dos últimos dois anos.
O resultado mais palpável de dois anos de trabalho serão os materiais de sensibilização produzidos pelos próprios alunos, e um manual de boas práticas contra o bullying, com contributos das escolas que participaram, e que a AI pretende disponibilizar não apenas para estas, mas também online, ficando acessível a qualquer estabelecimento que o queira usar.
O projeto, que decorre também na Irlanda, Itália e Polónia, envolvendo um total de 17 escolas, arrancou no início do ano letivo de 2014-2015, com um inquérito à comunidade escolar, no qual se pretendeu aferir “a temperatura do bullying”, nas escolas.
Os resultados demonstraram que o que levava os alunos a praticar ações agressivas, repetidamente, sobre os seus pares, tinha por base, maioritariamente, o aspeto físico: aspeto e aparência física, deficiência, raça, contexto social ou cultural e homofobia foram, por esta ordem, as razões indicadas como justificação para agredir os colegas.
No próximo mês de setembro, quando terminar o projeto, a AI pretende voltar a aplicar o mesmo inquérito para perceber se a meta da redução em 33% da incidência de atos violentos sobre colegas foi atingida, e se houve, de facto, um impacto mensurável da iniciativa junto das escolas.
“A nossa ideia seria pegar nestes dados estatísticos e, a partir daqui, criar algum tipo de pressão para que o Governo olhe para este tema com outra relevância”, disse Nelson Lima.
A AI selecionou seis escolas entre aquelas que se candidataram a integrar o projeto, escolhendo estabelecimentos com alguma abrangência territorial — há escolas de Ferreira do Zêzere (Santarém), Cacém (Lisboa), Vila Franca de Xira (Lisboa), São João da Madeira (Aveiro), Maia (Porto) e Estremoz (Évora).
Depois de, no primeiro ano do projeto — 2014/2015 –, se ter dedicado a dinamizar oficinas de formação e sensibilização junto dos professores, marcando presença nas escolas de forma mais intensiva, e trabalhando com elas a temática do bullying e dos direitos humanos, em torno da ideia da melhoria dos currículos, do espaço e das relações entre a comunidade escolar — direções incluídas -, no segundo ano — 2015/2016 –, o trabalho centrou-se no acompanhamento dos planos de ação que foram pedidos às escolas e nas ideias concretas para os pôr em prática, já a partir do próximo ano letivo.
Depois de várias reuniões que juntaram professores, funcionários, direções e associações de pais, para discutir de que forma as escolas podem trabalhar o tema do bullying, o projeto da AI recolheu já algumas intenções.
Uma delas passa por fazer aquilo que Nelson Lima diz ser “uma prática inexistente em todas as escolas do país”: incluir uma alínea no regulamento interno dedicada ao combate ao bullying.
As escolas admitem ainda vir a trabalhar a temática nos currículos dos alunos e promover atividades dedicadas ao bullying, ao longo do ano letivo.

Fonte:http://observador.pt/2016/05/08/projeto-escolar-da-amnistia-internacional-vai-criar-manual-anti-bullying/
Filmes para assistir

Quer entender mais do assunto de uma forma divertida? Que tal alguns filmes:


  

Chrissa, uma lição de força: Chrissa é uma garota que acabou de se mudar com a família para uma nova cidade, chegando na nova escola ela se depara com um grupo de meninas "malvadinhas" que são as mais bonitas e populares. A partir daí, ela precisa lidar  o bullying e suas consequências.







Um grito de socorro: Jochem é um garoto atormentado pelos colegas de classe por conta de sua timidez e aparência. Contando com a ajuda de apenas dois amigos, ele precisa aprender a lidar com a situação sem que isso afete sua vida escolar.



Bullying virtual: Um filme que fala sobre o Cyberbullying (Bullying na internet) e como isso pode afetar a vida social e pessoal de uma adolescente. 




Imagens: http://telecine.globo.com/filmes/bullying-virtual/
                https://filmow.com/chrissa-uma-licao-de-forca-t11615/
                http://www.film1.nl/films/42683-Spijt.html

Você sabe o que é Bullying?







Bullying é um ato caracterizado pela violência física e/ou psicológica, de forma intencional e continuada, de um individuo, ou grupo contra outro(s) individuo(s), ou grupo(s), sem motivo claro.

A palavra “Bullying” é de origem inglesa. No Brasil, a palavra “Bullying” é utilizada principalmente em relação aos atos agressivos entre alunos e/ou grupos de alunos nas escolas. Até pouco tempo, o que hoje reconhecemos como Bullying, era visto como fatos isolados, “briguinhas de criança”, e normalmente família e escola não tomavam atitude nenhuma a respeito.

Atualmente o Bullying é reconhecido como problema crônico nas escolas, e com conseqüências sérias, tanto para vítimas, quanto para agressores.

As formas de agressão entre alunos são as mais diversas, como empurrões, pontapés, insultos, espalhar histórias humilhantes, mentiras para implicar a vítima a situações vexatórias, inventar apelidos que ferem a dignidade, captar e difundir imagens (inclusive pela internet), ameaças (enviar mensagens, por exemplo), e a exclusão.

Entre os meninos, os ataques mais comuns são as físicas. Ainda que não efetivada a agressão, os agressores costumam ameaçar, meter medo em suas vítimas.
Já as meninas agressoras costumam espalhar rumores mentirosos, ou ameaçarem e espalharem segredos para causar mal estar.

As ameaças podem vir acompanhadas de extorsão, chantagem para obter dinheiro, sobretudo com alunos de 5ª e 6ª série.

Tanto vítimas, quanto agressores podem sofrer consequências psicológicas desta situação de abuso, porém o que normalmente acontece, é que todas as atenções dos responsáveis (pais e professores) se voltem para o agressor, visto como um marginal em potencial, e a vítima é esquecida.

O Bullying atrapalha inclusive a aprendizagem, sendo que normalmente os agressores são as crianças com maior porcentagem de reprovação.

Os casos de agressão, que acontecem por um período maior devem ser encaminhadas para atendimento psicológico.


Fonte: http://www.infoescola.com/sociologia/bullying-na-escola/